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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Inquérito Conclusão

Conclusão da Comissão de inquérito, diz que a ordem foi determinada pelo Ministro do Interior António Suka Intchama.

Que não foram utilizadas armas.

Que a decisão do transporte foi tomada a partir de Lisboa.

 A comissão de inquérito ao incidente com o voo da TAP no qual 74 sírios viajaram com passaportes falsos de Bissau para Lisboa concluiu que foi o ministro do Interior do Governo de transição guineense, António Suka Intchama, quem “exigiu” o embarque dos passageiros.

De acordo com o relatório da comissão de inquérito divulgado na manhã desta segunda-feira, “houve de facto uma intervenção directa” do ministro, que alegou “motivos de segurança interna” para a saída dos sírios do território guineense.
Segundo o documento, “não houve coacção nem física nem armada em relação à tripulação da TAP, nem ao chefe de escala” da companhia aérea.
O relatório conclui também que a ordem do embarque dos 74 sírios foi dada pelo director-geral de escalas das delegações da TAP em África, a partir de Lisboa.

 

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