COM O TEMPO UMA IMPRENSA CÍNICA, MERCENÁRIA, DEMAGÓGICA E CORRUPTA, FORMARÁ UM PÚBLICO TÃO VIL COMO ELA MESMO

Joseph Pulitzer

domingo, 31 de maio de 2015

República Saharauí: a última colónia africana pede apoio face à dominação de Marrocos

Enquanto alguns chamam de colonialistas aos portugueses, outros dormem na mesma cama com o último colonialista efectivo e africano que é Marrocos.


Tal como no Senegal os acordos c/ a GB, nunca serão levados a cabo na sua total concretização. O material que receberam agora, não passou de esmolas como todo o poder retrogrado gosta de fazer para iludir e para que a própria miséria lhe preste vassalagem. O tempo vos mostrará o verdadeiro texto desta farsa.


Mas a ignorância grassa na GBisssau. a falta de consciência politica é generalizada e seitas religiosas e outras seitas da corrupção, e da marginalidade politica encarregaram-se de obscurantizar o povo guineense, para que ao fim de 40 anos de independência, ainda ande à procura do seu futuro e continua ensombrado pela insegurança interna.


Mais,,, nem se aperceberam que a GBissau, por via da violação protocolar convencionalmente aceite por toda a comunidade internacional, foi grosseiramente violado, para que simbólica e politicamente a Guiné-Bissau se "ajoelhasse" perante o poder de Marrocos. Já aqui foi exposto e no FBook BR também. (Carlos Filipe, 31 maio 2015)

(obs. Malam Bacai Sanhá suspendeu o reconhecimento da RASD em 2010)

 

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O ministro da República do Saharauí, Mohamed Laarosi, prestigiou o 13º Cecut Brasília e solicitou a solidariedade da classe trabalhadora brasileira, para unir-se à luta contra a colonização daquele país e em defesa da soberania saharauí. Ex-colónia da Espanha, o país agora é dominado pelo Marrocos, sendo considerado a última colónia da África. O conflito na República Saharauí dura 40 anos, com ocupação militar e denúncias de descumprimento dos direitos humanos. O ministro explicou durante o Cecut a situação que considera calamitosa da República Saharauí. Veja, a seguir, entrevista completa que Mohamed Laarosi concedeu à CUT Brasília.
  1. Qual a situação política do povo da República Saharauí?
Com a descolonização da República Saharauí pela Espanha, nosso vizinho Marrocos decidiu, em um dos episódios mais trágicos na história da África, invadir militarmente o território, expulsar um quarto de sua população, bombardear com Napalm e fósforo branco os fugitivos, cercar as cidades e implantar uma política de genocídio que dura quase 40 anos, através do assassinato em massa, da desapropriação forçada, do aniquilamento dos símbolos culturais e do saque constante dos recursos naturais. Actualmente, o povo saharauí continua lutando e resistindo, de forma pacífica, com a direcção de seu único e legítimo representante, a Frente Polisário, para garantir seu direito inalienável de liberdade, de autodeterminação e independência.
  1. Qual a relação que o povo saharauí tem com o Marrocos?
O Sahara Ocidental e seus habitantes não têm qualquer vínculo com o Marrocos além dos vínculos culturais, que são compartilhados com o resto dos países da Região. Além disso, uma das ligações que temos com o Marrocos é que contribuímos muito na luta para que o Marrocos se livrasse do colonialismo francês.  Em 1975, o Tribunal Internacional de Justiça declarou que o povo saharauí e seu território  não têm nenhum vínculo de soberania com o Marrocos e ressaltou o fato de sermos um povo originário, historicamente organizado, independente. Entretanto, o Sahara Ocidental, ainda hoje, continua sendo um dos 16 territórios, o último da África, no livro das Nações Unidas inscrito como pendente de descolonização.
  1. Qual a política dos Estados Unidos em relação à República Saharauí?
Historicamente, os Estados Unidos e a França se serviram do Marrocos para consumar seus planos de intervenção e neocolonialismo em nossa Região. Estes dois países, junto com Israel e as monarquias do Golfo Pérsico, armaram-se com o restante de seus petrodólares e a ditadura do Marrocos para aniquilar o povo saharauí e assediar a estabilidade de países vizinhos, como Argélia e Mauritânia, cujas lutas anticoloniais haviam resultado em sua independências. Empresas de capital americano e francês estão envolvidas com o saque dos recursos naturais do Sahara Ocidental. Diferentes administrações americanas e francesas sustentaram politicamente a rebeldia marroquina contra a legalidade internacional. Desde a primeira administração de Barack Obama se empreita o início de uma tímida mudança da relação entre os Estados Unidos e o Sahara Ocidental. Já a França, ainda nos dias de hoje, é um caso perdido. Ela continua afundada em seu complexo colonial e sua política de padrões dúbios.

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  1. Quais as dificuldades do povo saharauí?
Nossa maior dificuldade é a falta de liberdade. Quando um povo não desfruta de sua liberdade, todos os direitos são negados e pisoteados sistematicamente. Entretanto, estamos decididos a recuperar a soberania de nossa terra. Durante 40 anos temos dado provas suficientes disso. Mesmo que a nossa realidade seja de um país ocupado por uma potência estrangeira e nossos recursos naturais estejam explorados por multinacionais e países que não têm o mínimo respeito à legalidade internacional. E mais: essas mesmas potências, através de seus tentáculos mediáticos, guardam um silêncio profundo sobre o drama político e humanitário que sofremos. Eles escondem a violação dos nossos direitos humanos; o muro mais extenso do mundo, construído por Marrocos, com mais de sete milhões de minas, e que separa pais de filhos há 40 anos; a precária situação dos refugiados, assim como a valente resistência do nosso povo.
  1. Como são trabalhadas as políticas públicas para o povo saharauí?
No território do Sahara Ocidental, os cidadãos saharauís vivem em um gueto. Os bairros de população saharauí são vigiados e cercados 24 horas por dia por unidades da polícia militar e por uma rede de ditadores e informantes do regime, que vão desde o padeiro da esquina até o professores das crianças. O regime de ocupação chegou a elaborar até documentos de identidade que distinguem claramente às forças de repressão quem é saharauí de quem é marroquino. Os poucos trabalhadores saharauís estão expostos à permanente ameaça de serem expulsos de seus postos ou levados aos centros de detenção e tortura diante da mínima suspeita de ostentarem ideais políticos contrários à ocupação marroquina. No melhor dos casos, os trabalhadores saharauís são destinados pela lei às cidades do interior do Marrocos, para serem desvinculados definitivamente de sua terra e de sua sociedade. Nem mesmo a Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental – Minurso, existente no território desde 1991, pôde dar fim ao gueto imposto. Ainda nos dias de hoje, nenhum cidadão saharauí pode ser empregado.
  1. Como é a actuação de movimentos sociais na República Saharauí?
Apesar da brutal repressão, o povo desafia o terror e se une às forças de imigração para que seus escassos meios e possibilidades possam expressar ao mundo que, depois de 40 anos de assédio e com duas gerações nascidas sob a ocupação marroquina, seguimos rechaçando de forma categórica o feito colonial, e exigimos, em uníssono, a independência do país. Em outubro de 2010, mais de 30 mil saharauís, convocados por diversas entidades sociais contrárias à ocupação e suas nefastas consequências na vida económica e social dos saharauís, realizaram acampamento de protesto pacífico em Gdaim Izik, perto de Aaiún, capital do Sahara Ocidental. Utilizamos da solidariedade internacional e das novas tecnologias da informação para que, durante um mês, pudéssemos expressar ao mundo a inconformidade com a ocupação marroquina. Muitos intelectuais do mundo que acompanharam o desenvolvimento daquele protesto o avaliam como o início da Primavera Árabe, cujo exemplo animou e contagiou rapidamente milhares de jovens no Marrocos, Túnez e no Egito. O número de vítimas do selvagem ataque militar realizado ao acampamento no Sahara Ocidental um dia será esclarecido. O que sabemos até hoje é que 24 representantes de movimentos sociais que organizaram o acampamento, na maioria jovens, passarão o resto de suas vidas atrás das grades, já que o tribunal militar condenou, em fevereiro de 2013, muitos à prisão perpétua e a penas que vão de 15 a 30 anos de reclusão.
  1. Qual a colaboração que a Central Única dos Trabalhadores poderia conceder à República Saharauí?
A CUT, desde sua fundação, em 1983, tem o mérito histórico de ser, no Brasil, uma das primeiras tribunas de expressão de solidariedade à luta do povo saharauí. O apoio da CUT tem sido substancial para difundir e sensibilizar a opinião pública sobre a realidade de nossa luta; em condenar energicamente as graves violações aos direitos humanos no Sahara Ocidental; assim como em apoiar e acompanhar a luta da União Geral de Trabalhadores Saharauís. Nos últimos anos, a CUT, junto com organizações sindicais e partidos políticos, tem exigido do governo brasileiro o reconhecimento diplomático da República Árabe Saharauí Democrática. Agradeço em nome do povo saharauí a incondicional solidariedade da CUT e das forças políticas do Brasil.

Em três dias: Recorde de migrantes resgatados no Mediterrâneo

Números são da Frontex. Mais de cinco mil pessoas foram resgatadas no mar Mediterrâneo desde sexta-feira, um número sem precedentes este ano, segundo informou a Agência de Controlo de Fronteiras Exteriores (Frontex) da União Europeia.


A Frontex, em comunicado, explica que as operações de resgate foram levadas a cabo por navios britânicos, malteses, belgas e italianos apoiados por aviões da Islândia e da Finlândia, enquadrados na operação Triton e coordenados pela agência.

"Foi a 'maior onda' de imigrantes de 2015", sublinhou o director executivo do organismo, Fabrice Leggeri.

O mesmo responsável afirmou que foram salvas "centenas de vidas" e que a operação teve como objectivo prestar assistência às pessoas que se encontravam em embarcações em muito mau estado e que tinham zarpado da costa da Líbia.




O Frontex regista que foram encontrados 17 mortos entre os grupos de imigrantes desde sexta-feira e que, neste momento, decorrem ainda cinco operações para o resgate de cerca de 5000 pessoas.

O destino dos imigrantes resgatados são os portos do sul de Itália, onde chegaram desde o princípio do ano mais de 36 mil pessoas que cruzaram o Mediterrâneo em busca de uma nova vida no continente europeu.

Mais de 4200 imigrantes clandestinos regatados nos últimos dias no Mediterrâneo, continuam a chegar aos portos italianos.

Este domingo atracou ao porto de Augusta, na Sicília o navio Fenice da marinha italiana, com 454 pessoas a bordo, imigrantes originários da Líbia.

A bordo, 17 corpos sem vida, encontrados nas embarcações das redes traficantes.

Um total de 4.243 pessoas foram salvas de embarcações e barcos insufláveis, em 22 operações de resgate que envolveram navios da Itália, Irlanda, Alemanha, Bélgica e Inglaterra.

Este ano tem sido marcado por um tráfico intenso de imigrantes ilegais.

Cerca de 35.500 pessoas chegaram a Itália entre o início de 2015 e a primeira semana de maio.

A União Europeia permanece incapaz de encontrar uma estratégia comum que permita enfrentar a crise da imigração ilegal. A sugestão de Bruxelas de um sistema de quotas para a redistribuição de refugiados foi rejeitada pelos líderes europeus.


LGDH: Observatório dos Direitos

O OBSERVATÓRIO DOS DIREITOS LANҪA O PRIMEIRO RELATÓRIO DE INDICADORES NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO, A SAÚDE, A HABITAÇÃO, A ÁGUA E SANEAMENTO, A ENERGIA E A JUSTIÇA.


O Observatorio dos direitos publicou recentemente o seu primeiro relatório sobre indicadores nas áreas de Educação, Saúde, Habitação, Água, Energia, Justiça .

Trata-se do primeiro relatório anual de indicadores de direitos humanos, realizado no quadro do Observatório dos Direitos. Esta publicação, coordenada pelo investigador Carlos Sangreman (UAveiro e CEsA-ISEG/ULisboa), contém informação recolhida pelas diversas antenas regionais do projecto em todas as regiões da Guiné-Bissau, em áreas como a Educação, a Saúde, a Habitação, a Água e Saneamento, a Energia e a Justiça.
 
 

Jovens portugueses criam caderno escolar reutilizável

Pedro Lopes e Matheus Gerken, dois jovens de 18 e 20 anos, respectivamente, criaram o EcoBook, um caderno inspirado nos quadros brancos dos escritórios, onde é possível escrever e apagar vezes sem conta. O projeto foi financiado por uma campanha de 'crowdfunding' e encontra-se à venda no site oficial do produto e em cinco revendedores autorizados.


O objetivo do EcoBook é escrevinhar as folhas e apagá-las sempre que for necessário, evitando assim o desperdício de papel gerado quando se está a estudar, por exemplo.

Este caderno usa um material semelhante ao dos quadros brancos, pelo que será necessário o uso de marcadores, incluídos no ato de compra. Estas canetas, da marca Staedler, vêm equipadas com uma espécie de borracha na parte de cima, que permite apagar qualquer engano.

O produto foi financiado através de uma campanha 'crowndfunding' que conseguiu angariar mais de 2 mil euros, um valor acima dos 1.250 euros inicialmente pedidos.
 
 
 
 

China e Cabo Verde na 2.ª reunião da Comissão Mista de Cooperação

Segundo a nota, a delegação cabo-verdiana é liderada pela ministra do Turismo, Investimentos e Desenvolvimento Empresarial, Leonesa Fortes, na sequência também de uma visita oficial e de trabalho que efectua no mesmo período à China.


Na reunião, pretende-se analisar as perspectivas da cooperação económica e governamental, apostar na consolidação dos resultados alcançados e discutir novas oportunidades de interesse comum em diversas áreas.

Entre elas, definidas na primeira reunião da Comissão Conjunta, realizada em 2009, figuram o comércio bilateral, bem como a cooperação económica e técnica, na área de investimento, aviação regional, turismo, infraestruturas e no âmbito do Fórum Macau.

Durante a visita, estão agendadas vários encontros com diversas entidades chinesas, como o China Development Bank (CDB), Eximbank, China National Tourism, China Council for the Promotion of International Trade, Huawei e Câmara de Comércio de Hangzhou, bem como uma visita de cortesia ao presidente da câmara de Xangai.

Leonesa Fortes pretende atrair e possibilitar parcerias entre empresas cabo-verdianas e chinesas interessadas em explorar recursos marinhos, trabalhar na indústria da pedra bruta e ornamental e na exploração do sal, bem como pensar uma alternativa ao financiamento tradicional para os projectos de elevado risco.

Apesar da relação em sentido único do comércio com a China, disse Leonesa Fortes, existem, no contexto da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), diversas oportunidades a explorar e que exigem escala e investimentos, razão por que Cabo Verde quer atrair empresas chinesas a Cabo Verde.

As duas partes vão rever as relações diplomáticas entre os dois países, fazer um balanço do impacto da cooperação chinesa no desenvolvimento económico e social de Cabo Verde e acompanhar as medidas anunciadas pelo Fórum de Cooperação China/África e pelo Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum Macau) e os projetos em execução e em estudo.

Leonesa Fortes indicou que irá apresentar novos projectos à China, sendo que o acesso aos mecanismos de financiamento por via da capitalização dos fundos nacionais poderá vir a constituir uma via alternativa às fontes de financiamento tradicionais para projectos de grande crescimento e elevado risco.



sábado, 30 de maio de 2015

Então agora são todos brancos ?? Óh reizinho...








































Intelectuais de tabanka





Cabo Verde em Campeonatos do Mundo

A selecção cabo-verdiana de atletismo vai estar representada por oito atletas na quinta edição do Campeonato do Mundo de Trilhas “Trail Running”, a acontecer hoje em Annecy, na França.


José Cabral, Augusto Gama, Nataniel Moreira, Orlando Tavares, Aricson Gomes, Eliseu Fortes, Alexsander Varela e Domingos Valério Silva são os atletas que vão representar Cabo Verde nesta competição.

A prova vai contar com a participação de 300 atletas em representação de 39 países e com um percurso de 85 quilómetros, sendo 5.300 metros de ascensão total.

Os atletas estiveram em estágio na Itália, por um período de 30 dias, sob a orientação técnica de Luca Panici, Giulio Simoneli e Mário Jorge Gomes (Djodje).

Durante os treinos em Itália, de acordo com uma nota da Federação Cabo-verdiana de Atletismo, Arcicson Spencer Gomes e José Daniel Cabral conseguiram o primeiro e segundo lugar respectivamente, na corrida denominada “Trail Borgo San Lorenzo”.

Já Augusto Gama e José Cabral venceram na corrida “Trail Valle” e conseguiram estar entre os dez primeiros lugares na prova de Foiano.
 
 
 
 

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

O culpado que faltava... funcionário público

A estratégia mais que conhecida no mundo da corrupção nos países da Europa para justificar sua actividade ilícita.

Mas como no caso da G-Bissau os protagonistas mudaram e procuram novas posições... então há que renovar favores aos novos senhores.

 

Aprendizes de feiticeiro da direita portuguesa. Manifesta ser bom 'observador'.

Quem não perceber isto que coma a sondagem ... 





CPLP lança em Agosto concurso para "Programa Audiovisuais"

A decisão foi tomada no final da oficina de planeamento executivo do “Programa CPLP Audiovisual”, decorrida na CPLP, em Lisboa, na qual Angola fez-se representar pelo Ministério da Cultura, Ministério da Comunicação Social, pelo Instituto Angolano de Cinema Audiovisual e Multimédia (IACAM) e pela Televisão Pública de Angola (TPA).


O programa, orçado em cerca de três milhões de euros (cerca de três milhões e 300 mil dólares), espelha o Plano Estratégico e Plano de Acção para Cooperação Multilateral na Cultura, aprovado pela Reunião dos Ministros da Cultura da CPLP, em 2014, em Moçambique, designadamente, os eixos “industriais culturais e economias criativas”; “diversidade de expressões culturais”, e “internacionalização no domínio da cultura".

Com coordenação da CPLP, do Instituto do Cinema de Portugal (ICA) e da Secretário dos Audiovisuais do Ministério da Cultura do Brasil, o "Programa CPLP Audiovisual" baseia-se em três linhas de acção, tais como o Programa de Fomento à Produção e à Teledifusão do Documentário (DOCTV CPLP II) e o Programa de Fomento ao Desenvolvimento, Produção e Teledifusão de Obras de Ficção (FICTV CPLP).

O “DOCTV CPLP II” vai “priorizar acções de capacitação, co-produção e teledifusão de documentários a partir de um modelo de operação em rede, sendo que cada país participante co-produz um documentário nacional e as respectivas emissoras públicas de televisão promovem a teledifusão da série de documentários nacionais”. Já o “FICTV CPLP” será baseado em projectos inéditos de adaptação de obra literária nacional.
 
 
 
 

Bandeira estrangeira é melhor... é mais xique

O hastear da bandeira do Reino de Marrocos no mastro do Palácio da República da Guiné-Bissau é a questão que tem estado a suscitar desde chegada ontem do monarca ao país, muita polémica no seio da população guineense e comentários contraditórios da parte dos internautas guineenses por mundo fora.


O Rei Mohammed VI de Marrocos e a sua comitiva, instalaram-se no Palácio da República e a bandeira de Marrocos colocada no mastro principal do Palácio.
Uma parte de opiniões defende que o Chefe de Estado, José Mário Vaz, não podia sair do Palácio para morar na residência de hóspedes, a chamada “Casa de Pedras”; o normal seria que o monarca marroquino fosse acolhido na casa de hóspedes. Por outro lado, outras opiniões julgam de normal o facto de o Rei morar no Palácio. A mesma corrente de opiniões considera igualmente normal que a bandeira seja hasteada no Palácio presidencial guineense reservado ao rei.

O Democrata auscultou as opiniões de diferentes especialistas guineenses e estrangeiros em matéria de diplomacia e protocolo.

“HASTEAR DE BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO GUINEENSE É UM CASO INÉDITO NA DIPLOMACIA”

Um diplomata estrangeiro que pediu anonimato explicou a’O Democrata que essa situação de hastear de bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau é um “caso inédito” em matéria da diplomacia.
O diplomata assegurou ainda que no seu entender as autoridades guineenses querem satisfazer o monarca marroquino, pelo que resolveram hospedá-lo no Palácio e hastear a sua bandeira.
“Essa situação é inédita. Eu particularmente nunca constatei isso. As autoridades guineenses querem satisfazer o rei Mohammed VI e obter mais benefícios da sua parte. Quem devia ficar na Casa de Pedras não é o Presidente José Mário Vaz, mas sim o rei Mohammed VI. Agora o facto de ele ter morado no palácio é obrigatório hastear a bandeira do país dele para mostrar a sua presença lá”, contou a mesma fonte.

“É ADMISSÍVEL DIPLOMATICAMENTE HASTEAR A BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO GUINEENSE” (*)

O antigo embaixador da Guiné-Bissau em França e actual Inspector do Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades, Dino Seidi explicou na sua curta declaração que “é admissível diplomaticamente hastear a bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau”, declarou sem dar mais detalhes.
Um dos conselheiros do Presidente da República, Dionísio Cabi que igualmente estudou em Reino de Marrocos, lembrou na sua declaração que aquando da visita do Rei da Arábia Saudita a Marrocos, o Rei Hassan II no trono naquela altura saiu do Palácio e permitiu que o Rei saudita hospedasse ali e durante a sua estadia foi hasteada a bandeira da Arábia Saudita.

“DESAFIO QUALQUER PESSOA QUE DIZ NÃO É POSSÍVEL HASTEAR A BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO”

O especialista em assuntos diplomáticos e protocolares, o Embaixador Pedro Maria Mendes Costa (conhecido entre amigos de Embaixador Nuno) disse em entrevista exclusiva a’O Democrata por via telefónica que está disponível para desafiar qualquer pessoa que alega que a bandeira de Marrocos não devia ser hasteada no Palácio da República da Guiné-Bissau.

O diplomata de carreira com cerca de 40 anos de experiência assegurou que é admissível diplomaticamente hastear a bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau, tendo acrescentado ainda que isso não afecta nada em termos diplomáticos.

“O nosso país não tem uma residência oficial com melhores condições para albergar os hóspedes de marca, nomeadamente Chefes de Estados e Monarcas. A casa de pedras não tem condições para hospedar o Rei, por isso é que se hospedou no palácio presidencial. Isso é muito normal não há problema nenhum”, afirmou o diplomata.

Do ponto de vista cultural, comenta o diplomata, acontecem situações de género quando se desloca às zonas rurais. “Os nossos familiares deixam os seus dormitórios para os hóspedes como forma de lhes garantir uma estadia condigna”, acrescentou.

(Publicado em "Democrata GB")

(*) Nota do editor:  Claro que é admissível na concepção de algumas pessoas sobre a matéria, principalmente quando são escamoteadas as regras protocolares, regras de soberania, e também o bom senso politico, isto quando o desconhecimento sobre o assunto não predomina...

Substituir a bandeira nacional no mastro principal do edifício presidencial por outra de nacionalidade diferente, é um acto de submissão politica e territorial.

Mandaria a inteligência (e o conhecimento) que fosse levantado outro mastro ao lado para o hastear da bandeira do país do visitante. Ou não é assim Sr. Conselheiro ?!





Alguns gritam "viva o rei" enquanto outras pessoas lutam pelo bem-estar do povo que não é o seu

MSF executa o projecto pediátrico na Guiné-Bissau

Em novembro de 2014, MSF lançou um projecto de pediatria na região de Bafatá, no centro de Guiné-Bissau. Com uma taxa de mortalidade infantil de 116 por 1.000 crianças, Guiné-Bissau está entre os 10 países com os piores indicadores de saúde materno-infantil no mundo. Isabel Grovas, é o coordenador médico de MSF e responsável pela abertura do projecto.


Porque de facto um bando de 'blogueiros' e 'jornalisteiros' que diáriamente se prestam a servir quem pagar mais, que estão desprovidos de qualquer sentido critico, politico, sociológico, ou até mesmo de conceito de classe social e com a agravante de serem pouco inteligentes, limitam-se a produzir verborreia que não consegue demonstrar nada que vá ao encontro dos interesses de uma população à muito carenciada de soluções concretas e apalpáveis. 

São férteis na publicitação dos 'ronkos' no faz de conta de muitas conferências e mais reuniões que não produzem na esmagadora maioria qualquer efeito prático, não passando de feiras de vaidades. 

Menos que medíocres, "blogueiros2 e "jornalisteiros", estando fisicamente no território, ou se não, são possuidores de contactos privilegiados socialmente com residentes, nada escrevem, nada dizem, nada esclarecem, nada educam, nada informam sobre a vida, as realizações, as dificuldades do povo.
Não escrevem uma só linha sobre saúde, trabalho, educação, etç, etç. 

Não têm, não querem, não sabem, não procuram ou propositadamente, em função dos interesses a quem servem, um só trabalho sobre qualquer tipo de progresso social ou económico levado a efeito pela população. Nenhuma realização, salvo o folclore de ronkos.

Limitam-se a reproduzir o que outros publicam, e quando escrevem, uma nota que seja, manifestam logo a sua ignorância e iliteracia.

Outros há, que são profissionais da agitação social, com mensagens tipo telegrama, que mais não são que os "capangas da net" ao serviço dos que no país tentam a desestabilização politica.












Realidades que os ignorantes desconhecem, acabando por fazer o jogo dos exploradores

Estas máfias apresentam-se com vários epítetos, desde o religioso até outros oficiosos (n.E.). 

Famílias ugandenses foram subornados, enganadas ou coagidas a desistir de seus filhos para cidadãos americanos e outros estrangeiros para adopção, uma investigação Thomson Reuters Foundation foi encontrado (28 maio).


Documentos vazados, dados recolhidos e uma série de entrevistas exclusivas com os funcionários, os denunciantes, vítimas e futuros pais adoptivos revelou:

- Uma cultura de corrupção em que histórias de nascimento das crianças são, por vezes manipulado para fazê-los parecer como órfãos quando não são

- Uma indústria lucrativa em que advogados que actuam em nome dos requerentes estrangeiros recebem grandes pagamentos

- Uma rede de proliferação de instituições de acolhimento de crianças não registadas através do qual as crianças estão prontas para adopção

- Uma ausência de dados confiáveis ​​judiciais para contrariar as alegações de negligência ou fraude por funcionários da justiça envolvidos no processo de adopção

Do outro lado Uganda orfanatos apoiados por igrejas e instituições de acolhimento de crianças privadas estão surgindo.

"Quinze anos atrás, havia apenas duas dúzias de orfanatos, agora há mais de 400 dessas instituições", disse Stella Ayo-Odongo, director-executivo da ONG Rede dos Direitos da Criança Uganda.

"Mas isso está mergulhada em problemas. Adopções internacionais constituem uma indústria florescente, em que traficantes de crianças são especulação", disse ela.

De acordo com a lei de Uganda, os estrangeiros são obrigados a passar pelo menos três anos no país antes de adoptar, mas eles podem adquirir num dia a tutela legal depois de chegar e concluir o processo de volta para casa.

Dados do Departamento de Estado dos EUA mostra que 201 crianças foram adoptadas a partir de Uganda por cidadãos norte-americanos em 2013/2014, tornando-se o terceiro maior país de origem na África. Ao todo, os americanos adoptaram 6441 crianças de todo o mundo no ano passado.

O Parlamento do Uganda é esperado para aprovar uma legislação mais rigorosa que iria proibir tutelas jurídicas, com vista à assinatura de um tratado internacional, a Convenção de Haia Adopção, mas a corrupção e a burocracia estão paralisam o processo, dizem os críticos.

República Democrática do Congo (RDC) e Etiópia, dois dos maiores países de origem para as crianças africanas adoptadas no ano passado, já tomaram algumas medidas para restringir aplicações no exterior.

"Uganda deve ratificar a Convenção de Haia Adopção urgentemente", disse Ayo-Odongo. "Ele já não era um problema, mas agora, com níveis de tráfico de crianças em um nível tão elevado, ele deve ser uma prioridade."

Crianças ugandesas atravessam regularmente o aeroporto internacional de Entebbe de Kampala.

Em um determinado dia eles podem ser vistos lado a lado com os pais adoptivos brancos no portão de embarque.

Em Uganda, a falta de documentos disponíveis torna impossível determinar quantos adopções envolvem uma fraude, mas quatro funcionários do governo disse à Fundação Thomson Reuters o problema foi generalizado.

"Alguns advogados mentem sobre a história do nascimento da criança", disse Stella Ogwang, um funcionário do Ministério de Género, Trabalho e Desenvolvimento Social, que supervisiona o bem-estar da criança.

Outro alto funcionário do governo, que não quis ser identificado, descreveu o sistema de adopção de Uganda como "uma raquete".

Um dos advogados conhecidos para casos de adopção manipulação inter-países negou envolvimento em fraude, dizendo que os casos ela lidou com órfãos envolvidos eram abandonadas por suas famílias.

Outro advogado, Peter Nyombi, disse que não tinha conhecimento de qualquer fraude nos casos de adopção, por ele manipulados.

"Realizamos amplas investigações sobre o pano de fundo das crianças", disse Nyombi, que é um ex-procurador-geral.

HISTÓRIA DO NASCIMENTO

Os dados mostram que uma grande proporção das crianças apresentadas para adopção têm parentes sobreviventes.

Um estudo vazou para adopções por estrangeiros em Uganda, supervisionada pelo Ministério de Género, Trabalho e Desenvolvimento Social, encontrou que apenas um quinto de todas as crianças adoptadas pesquisadas eram órfãos que perderam ambos os pais.

O relatório, financiado pela agência de crianças da ONU, UNICEF que ainda não foi publicado, também descobriu que os pais e parentes biológicos desistem de seus filhos na crença de que iriam receber incentivos financeiros de pais adoptivos e orfanatos.

Muitos deles, o relatório constata, vindo a aprender que a identidade de seu filho foi alterado de forma fraudulenta, enquanto na instituição, sem o seu conhecimento.

O autor do relatório, Esperança Entre, disse à Fundação Thomson Reuters de que garantir o acesso aos arquivos do tribunal levou vários meses e alguns arquivos foram retidos pelo Poder Judiciário.

A secretaria do tribunal, Muse Musimbi, se recusou a dizer por que esse era o caso e disse que só poderia discutir o assunto com os arquivos judiciais na frente dele.

"Antes de um pedido [de tutela] vem para o tribunal, a identidade da criança pode ter sido alterado várias vezes pelos advogados ou aqueles que agem por eles nas instituições de acolhimento de crianças", disse o Ministério de Género e Ogwang do Partido Trabalhista.

Adopção internacional é amplamente acreditado para ser um negócio lucrativo. As autoridades calculam que um advogado de Uganda pode ganhar $ 30,000 durante o processo de adopção.

Dois advogados envolvidos no processo se recusaram a comentar sobre os seus rendimentos. Outro advogado, que não quis ser identificado, disse que ganha US $ 4.000 para cada caso que ele lida.

Peter Nyombi disse que ganhavam menos de US $ 10.000 por um tutor legal.

"Trinta mil dólares? Eu seria um homem muito rico, se eu cobrasse essa quantia", disse Nyombi, rindo.

De Uganda per capita RNB (Rendimento Nacional Bruto) foi de US $ 600 em 2013, segundo o Banco Mundial, bem abaixo da média para a África sub-saariana.

"FRAUDE"

Um ex-secretário High Court disse que alguns oficiais de liberdade condicional, na instrução de advogados, tinham o hábito de forma fraudulenta copiarem e colar informações de documentos antigos para assegurar que a aplicação será carimbada.

"Alguns de nossos advogados têm ido ao ponto de pais e parentes das vítimas ficam confusas para apresentar a informação forjada. Eles dizem aos pais a mentir, fingir estar morto, em troca de pequenos pagamentos", disse Moisés Binonga, coordenador do força-tarefa anti-humano tráfico no Ministério do Interior do Uganda.

A tarefa de proteger as crianças é a tarefa mais difícil pelos altos níveis de privação.

Vinte e quatro por cento das crianças menores de cinco anos de Uganda vivem em extrema pobreza, de acordo com um relatório 2014 UNICEF.

"Muitas das crianças que são objecto de tutela vêm de origens muito desfavorecidos ... onde os membros da família não podem ser educadas e têm registos sobre as datas de nascimento ou morte de um pai", disse o advogado, que não  fizeram qualquer registo

A equipe em algumas das instituições de acolhimento de crianças de Kampala disse à Fundação Thomson Reuters de que muitas das crianças são abandonadas pelos familiares pobres que dizem que não podem pagar para cuidar deles.

Foi na casa de uma criança que um ex-assistente social, que deseja permanecer anónimo, encontrou pela primeira vez o que ele acredita que foi uma fraude.

Ele perdeu o emprego depois de acusar os colegas de falsificação de documentos nos arquivos de três filhos.

"Foi o trabalho do assistente social que documentou a origem de uma criança", disse a Fundação Thomson Reuters.

"Às vezes meus colegas mudam esses arquivos, de modo que as crianças possam ser enviadas [para adopção por estrangeiros]."

O ex-funcionário disse que tentou dar o alarme.

"Os agentes da condicional me disseram que era tarde demais para intervir. Foi quando eu percebi que eu tinha feito inimigos dentro do orfanato", disse ele.

'TRÁFICO'

Moisés Binonga, da força-tarefa de combate ao tráfico, disse que a corrupção no sistema de adopção é generalizada, mas acredita que o sistema norte-americano é a culpado.

"Há casos em que descobrimos a fraude no processo de adopção Quando se queixaram ao governo dos EUA, não essas crianças não voltam [da América];. Eles dizem que são cidadãos americanos e não pode ser trazido de volta", disse Binonga.

"Faz-nos pensar que há uma agenda oculta. Os norte-americanos são silenciosos sobre isso", disse ele, acrescentando que o sistema actual expõe as crianças ao tráfico de crianças.

Um funcionário do Departamento de Estado dos EUA disse que esta era uma descrição "imprecisa e enganosa", porque o tráfico envolvido "intenção de explorar, em última instância a vítima."

Mas activistas também apontam para a falta de transparência ou de acompanhamento dos casos de adopções internacionais que não trabalham fora.

Dados do governo dos EUA para 2013/2014 mostram 91 de 6.441 crianças adoptadas do exterior foram abandonadas ou abandonada por seus pais adoptivos na América, terminando sob custódia do Estado.

O governo holandês suspendeu adopções internacionais de Uganda em 2012, por causa do que ele percebido como havia uma falta de transparência no processo.

O Departamento de Estado dos EUA disse que não está considerando uma proibição de adopções internacionais de Uganda.

"O Departamento de Estado acredita que a adopção internacional pode fornecer permanente, amor em casas para crianças necessitadas, quando as crianças não podem ser atendidos em seu país de nascimento", disse o funcionário do Departamento de Estado.

AGÊNCIAS dos EUA

Mais de 200 agências de adopção com base nos EUA, dos quais um número de considerável trabalha em Uganda, ajudam os candidatos americanos para completar adopções em seu estado de origem, mas em um número de casos, as recorrem às bancas de processo.

"Abordagem regulatória dos Estados Unidos provou ser míope, pois a falha em fornecer garantias suficientes criou um sistema concebido e destinado ao fracasso", diz David Smolin, Professor de Direito na Universidade de Samford, Alabama.

"Sob esse" corte e queima adopção '... muitas agências de adopção com muito dinheiro para gastar descer sobre as nações em desenvolvimento mais vulneráveis, levando a práticas abusivas, corrupção, escândalos e, em seguida, closures ", disse Smolin.

ELE FALA POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA

Smolin adoptou duas meninas da Índia, em 1998, apenas para descobrir que haviam sido sequestradas por um orfanato e sua mãe estava procurando por elas.

Ele diz que o problema é perpetuada pelo fato de que "os pais adoptivos são às vezes relutantes em denunciar as práticas abusivas ao Departamento de Estado, com base em temores de sua agência, a pressão dos colegas da comunidade de adopção, e os temores de que a criança poderia ser enviado de volta à força" .

As agências de adopção têm uma opinião diferente.

"Tutelas jurídicas são reconhecidos pelos Estados Unidos, eles são reconhecidos pela sua embaixada em Uganda, por isso estamos a pensar se há uma oportunidade para salvar as crianças, nós podemos", disse Tendai Masiriri, vice-presidente, agência de adopção Bethany Christian Services, que atua em Uganda desde 2011.

"As crianças estão sofrendo em orfanatos, certo?" ele disse.

Os envolvidos nas reformas bem-estar infantil do Uganda culpam os orfanatos razão que eles vêem como a sua incapacidade para investigar os casos.

"Orfanatos têm a sua própria agenda. Eles inventam histórias sobre crianças e nem sempre se pode verificar as informações, porque eles não estão envolvidos desde o início", disse Ogwang do Género e Ministério do Trabalho.

Ogwang, um adversário de adopções internacionais, acredita que a responsabilidade acções do Estado para que elas aconteçam, vê como profundamente arreigada à corrupção.

"O problema é com o sistema, você não pode culpar os pais biológicos."

QUE PAÍS É ESTE ?


«« O Presidente da Assembleia Nacional da República da Guiné-Bissau, Cipriano Cassama, reiterou claramente o apoio do seu país por (a) Marrocos sobre o Sahara.

 

"A posição da Guiné-Bissau sobre a questão do Sahara é clara e inequívoca"

Mas não enunciou a "posição inequívoca" 

 

Malam Bacai Sanhá suspendeu o reconhecimento da RASD em 2010



 

 

Máxima segurança.. quem manda em quem?

A CAPITAL DO TERRITÓRIO, ESTÁ ABSOLUTAMENTE SOBRE CONTROLE DE AGENTES DOS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA, DIC, BIP, GIGN entre outros, que na verdade comandam os vários departamentos da polícia nacional e outras forças. À semelhança do sistema montado no Senegal.



 

Identifique o país...



Uma vergonha nunca vem só...

A VERGONHA DAS VERGONHAS... O ANSEIO DE ACEDER À MÁQUINA DA CORRUPÇÃO NO PAÍS.

FIFA escândalo: Presidente da Guiné-Bissau "A África está aqui para apoiar Blatter".

 

""Eu sinto muito pelo que aconteceu ontem. Esta não é a solução para Joseph Blatter fora. Estamos aqui para dar o nosso total apoio a Blatter. Repito o nosso total apoio ao Sepp Blatter. África está aqui para apoiar Blatter Blatter e para que isso continue. ...""





Parcerias com empresários brasileiros em transporte naval e alimentação

A Embaixada da Guiné-Bissau no Brasil está a discutir parcerias com empresários brasileiros em áreas como o transporte naval, a produção de castanha de caju e o tratamento de lixo, disse a embaixadora à Lusa.


Eugénia Saldanha Araújo afirmou que há um projeto para incluir a Guiné-Bissau numa rota naval de transporte de carga entre Fortaleza, no nordeste do Brasil, e a Cidade da Praia, em Cabo Verde.

O cônsul da embaixada também discutiu com empresários brasileiros sobre a produção de castanha de caju, que hoje em dia é feita no Brasil, mas, na Guiné-Bissau, não há o costume de se aproveitar a castanha depois de consumir o caju.

Também está em discussão, segundo a embaixadora, está uma parceria com uma empresa de tratamento de lixo, da cidade de João Pessoa, também no nordeste brasileiro.

Outra empresa brasileira está interessada em construir uma rota de transporte aéreo entre Fortaleza e Bissau, passando por Portugal, ainda segundo a diplomata, que não divulgou o nome das empresas com as quais estão a negociar estes acordos.

A Embaixada da Guiné-Bissau em Brasília está a realizar registos, casamentos e óbitos dos guineenses que vivem no Brasil, e a renovação do passaporte dos estudantes.

Segundo a embaixadora, há atualmente 1.500 estudantes da Guiné-Bissau no Brasil, principalmente na cidade de Fortaleza.
 
 
 

Sexo para entrar em Portugal

O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

 
Em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes.
 
Além do antigo embaixador António Montenegro, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2.500 euros a associações de imigrantes.
 
O tribunal considerou que os arguidos tiveram "procedimentos ao auxílio efectivo à entrada de imigrantes ilegais em Portugal e na Europa", tendo estas práticas trazido benefícios claros para os arguidos, sobretudo para o antigo embaixador.
 
Buscas à residência oficial Segundo o comunicado do SEF, a investigação a estes crimes, cometidos em 2007 e 2008, foi desencadeada "por um relatório que apontava para desvios à normal tramitação dos processos de visto que corriam termos no respectivo consulado".
Foram feitas buscas à residência oficial e ao escritório do embaixador em Dacar que levaram à apreensão de centenas de processos de vistos suspeitos.
 
Grande parte dos processos de visto eram recebidos em mão pelo embaixador que os fazia chegar à encarregada de negócios, que, por seu lado, mandava os funcionários da secção consular processá-los em entrevistas prévias aos requerentes, ficando imediatamente a emissão de visto garantida.
Isto originou, refere o SEF, um aumento das recusas de entrada no aeroporto de Lisboa de estrangeiros com vistos emitidos pela embaixada de Dacar, por não cumprirem os requisitos mínimos exigidos.
 
Os processos tratados pessoalmente pelo embaixador eram-lhe dados por senegaleses com quem mantinha relações pessoais. Estes senegaleses recebiam dos requerentes a vistos "elevadas quantias monetárias".
 
"Alguns dos processos eram referentes a jovens senegalesas que eram visita frequente da residência oficial do embaixador e com as quais este mantinha relações sexuais", acrescenta a nota hoje divulgada. 
 
"Maior importância"
 
O SEF aproveita para recordar que a missão diplomática em Dacar se revestia "da maior importância no que à imigração diz respeito, uma vez que representa Portugal não só para o Senegal mas também para outros países", como Guiné-Conacri, Burkina-Faso, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Libéria ou Gambia.
 

O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes. Além do antigo embaixador António Montenegro, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2.500 euros a associações de imigrantes. O tribunal considerou que os arguidos tiveram "procedimentos ao auxílio efetivo à entrada de imigrantes ilegais em Portugal e na Europa", tendo estas práticas trazido benefícios claros para os arguidos, sobretudo para o antigo embaixador. Buscas à residência oficial Segundo o comunicado do SEF, a investigação a estes crimes, cometidos em 2007 e 2008, foi desencadeada "por um relatório que apontava para desvios à normal tramitação dos processos de visto que corriam termos no respetivo consulado". Foram feitas buscas à residência oficial e ao escritório do embaixador em Dacar que levaram à apreensão de centenas de processos de vistos suspeitos. Grande parte dos processos de visto eram recebidos em mão pelo embaixador que os fazia chegar à encarregada de negócios, que, por seu lado, mandava os funcionários da secção consular processá-los em entrevistas prévias aos requerentes, ficando imediatamente a emissão de visto garantida. Isto originou, refere o SEF, um aumento das recusas de entrada no aeroporto de Lisboa de estrangeiros com vistos emitidos pela embaixada de Dacar, por não cumprirem os requisitos mínimos exigidos. Os processos tratados pessoalmente pelo embaixador eram-lhe dados por senegaleses com quem mantinha relações pessoais. Estes senegaleses recebiam dos requerentes a vistos "elevadas quantias monetárias". "Alguns dos processos eram referentes a jovens senegalesas que eram visita frequente da residência oficial do embaixador e com as quais este mantinha relações sexuais", acrescenta a nota hoje divulgada. "Maior importância" O SEF aproveita para recordar que a missão diplomática em Dacar se revestia "da maior importância no que à imigração diz respeito, uma vez que representa Portugal não só para o Senegal mas também para outros países", como Guiné-Conacri, Burkina-Faso, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Libéria ou Gambia. O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes. Além do antigo embaixador, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2.500 euros a associações de imigrantes.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/antigo_embaixador_portugues_em_dacar_condenado_a_4_anos_e_meio_de_prisao.html
O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes. Além do antigo embaixador António Montenegro, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2.500 euros a associações de imigrantes. O tribunal considerou que os arguidos tiveram "procedimentos ao auxílio efetivo à entrada de imigrantes ilegais em Portugal e na Europa", tendo estas práticas trazido benefícios claros para os arguidos, sobretudo para o antigo embaixador. Buscas à residência oficial Segundo o comunicado do SEF, a investigação a estes crimes, cometidos em 2007 e 2008, foi desencadeada "por um relatório que apontava para desvios à normal tramitação dos processos de visto que corriam termos no respetivo consulado". Foram feitas buscas à residência oficial e ao escritório do embaixador em Dacar que levaram à apreensão de centenas de processos de vistos suspeitos. Grande parte dos processos de visto eram recebidos em mão pelo embaixador que os fazia chegar à encarregada de negócios, que, por seu lado, mandava os funcionários da secção consular processá-los em entrevistas prévias aos requerentes, ficando imediatamente a emissão de visto garantida. Isto originou, refere o SEF, um aumento das recusas de entrada no aeroporto de Lisboa de estrangeiros com vistos emitidos pela embaixada de Dacar, por não cumprirem os requisitos mínimos exigidos. Os processos tratados pessoalmente pelo embaixador eram-lhe dados por senegaleses com quem mantinha relações pessoais. Estes senegaleses recebiam dos requerentes a vistos "elevadas quantias monetárias". "Alguns dos processos eram referentes a jovens senegalesas que eram visita frequente da residência oficial do embaixador e com as quais este mantinha relações sexuais", acrescenta a nota hoje divulgada. "Maior importância" O SEF aproveita para recordar que a missão diplomática em Dacar se revestia "da maior importância no que à imigração diz respeito, uma vez que representa Portugal não só para o Senegal mas também para outros países", como Guiné-Conacri, Burkina-Faso, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Libéria ou Gambia. O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento, segundo o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes. Além do antigo embaixador, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2.500 euros a associações de imigrantes.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/antigo_embaixador_portugues_em_dacar_condenado_a_4_anos_e_meio_de_prisao.html

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Manga de acordos com Marrocos

Os acordos são os seguintes:


- Um acordo sobre segurança e governação local entre ministérios do Interior dos dois países, assinado pelo ministro das Relações Exteriores Salaheddine Mezouar e ministro da administração interna Octavio Inocêncio Alves.

- Um acordo sobre os vistos abolição para titulares de passaportes diplomáticos, de serviço ou de passaportes especiais, coberto por Mezouar e ministro de negócios estrangeiros, cooperação internacional e comunidades Mario Lopes Da Rosa.

- Um acordo sobre a não dupla tributação e a evasão fiscal sobre impostos sobre o rendimento, assinados por Mezouar e Mario Lopes Da Rosa.

- Um acordo sobre o incentivo do investimento e protecção recíproca, coberto por Mezouar e Mario Lopes Da Rosa.

- Um projecto de acordo sobre a justiça, assinado por Mezouar e ministro da Justiça Carmelita Pires.

- Um acordo de cooperação em matéria de pesca e aquicultura, assinados pelo ministro da Agricultura, Aziz Akhannouch e secretário de Estado das Pescas e da Economia Marítima Ildefonso de Barros.

- Um acordo de cooperação no domínio da agricultura, assinado por Aziz Akhannouch e ministro da cultura e do desenvolvimento rural João Anibal Pereira.

- Um acordo tripartido Marrocos-Guiné-Bissau-FAO como parte da cooperação sul-sul, assinado por Akhannouch e João Anibal Pereira, e do lado de FAO por Joachim Laubhouet-Akadie.

- Um acordo de cooperação técnico-quadro sobre a infra-estrutura, assinada pelo ministro equipamentos Aziz Rabbah e José Antonio Almeida Cruz, ministro da engenharia civil, construção e urbanismo.

- Um acordo de cooperação no domínio da saúde assinado pelo ministro da Saúde El Houssaine Louardi e ministro da saúde pública Valentina Mendes.

- Um acordo-quadro de cooperação em mineração assinado pelo ministro de energia e mineração Abdelkader Amara e ministro de recursos naturais Daniel Gomes.

- Um acordo sobre artesanato e economia social e solidária assinado pelo ministro artesanato Fatema Marouane e ministro das mulheres, da família e da coesão social Blony Nhama Namtamba Nhasse.

- Um acordo entre o escritório nacional de electricidade e de água potável (onee) e Guiné-Bissau electricidade e água da empresa (EAGB), assinada pelo director-geral Onee Ali Fassi Fihri e EAGB director-geral René Barros.

- Um acordo de parceria para o desenvolvimento de energia solar entre a Agência Marroquina para Energia Solar "MASEN" e o ministério da energia e da indústria assinado por Mustapha Bakkoury, presidente do conselho de administração de Masen e Carlos Pinho Brandão director-geral para a energia.

- Um acordo-quadro de cooperação na formação profissional, assinado no lado marroquino Larbi por Bencheikh, cabeça OFPPT, e Abderrahim Kadmiri, diretor-geral da agência marroquina de cooperação internacional, e do lado de Guiné-Bissau por Marcelo Pedro d'Almeida, director-geral para a cooperação.

- Um acordo-quadro sobre bolsas de estudo e estágios em Marrocos para os estudantes da Guiné-Bissau, executivos e técnicos, assinados por Abderrahim Kadmiri e Marcelo Pedro d'Almeida.




Até onde vai a falta de vergonha ? (Inglês/Português)

ORIGINAL

Guinea-Bissau's president says Africa remains behind the FIFA chief despite the corruption scandal surrounding the organization.

Voting against FIFA president Sepp Blatter in Friday's election would be "blasphemy," according to the Guinea-Bissau FA chief.

Fourteen football figures were indicted Wednesday over corruption allegations, with seven FIFA executives arrested on bribery and racketeering charges by U.S. authorities.

A separate investigation saw the Swiss government open criminal proceedings into the bidding process for the 2018 and 2022 World Cups.

The news prompted UEFA boss Michel Platini to call for Blatter to resign from his position, but Nascimento Lopes, one of Africa's football association presidents, believes the FIFA chief is being unfairly targeted.

"I'm a Christian and this is blasphemy," he told Insideworldfootball. "It's a state conspiracy. People are always trying to knock Blatter. Africa will vote for Mr. Blatter and Blatter will win and I will follow that. I agree at some point there has to be change, but let Blatter finish his mandate and see what he does. It's not all about the major European football countries.

"If you point three fingers at someone, there's is always one you point at yourself. Tomorrow we are going to vote for Blatter. How do we know anyone else would be any better?"

U.S. federal authorities have presented a 47-point indictment against current and past FIFA officials, which includes claims South Africa won the bidding for World Cup 2010 after millions of dollars exchanged hands.

"Let America show us the proof," Lopes said. "Let the investigation bring the result. People say Blatter must have known about this, but do I know other people's secrets?"

 --- // ---

SEM CORRECÇÃO:

O presidente da Guiné-Bissau diz que África continua atrás do chefe FIFA apesar do escândalo de corrupção em torno da organização.Voto contra o presidente da Fifa, Joseph Blatter, na eleição de sexta-feira seria "blasfêmia", de acordo com o chefe Guiné-Bissau FA.Quatorze figuras do futebol foram acusados ​​quarta-feira sobre alegações de corrupção, com sete executivos da FIFA preso por suborno e extorsão encargos pelas autoridades norte-americanas.A investigação separada viu o governo suíço abrir processo penal para o processo de licitação para as Copas do Mundo de 2018 e 2022.A notícia levou UEFA, Michel Platini, chefe para pedir Blatter a demitir-se do cargo, mas Nascimento Lopes, um dos presidentes da Associação de Futebol da África, acredita o chefe da FIFA está sendo injustamente alvo."Eu sou um cristão e isso é uma blasfêmia", disse Insideworldfootball. "É uma conspiração do Estado. As pessoas estão sempre tentando bater Blatter. África vai votar para o Sr. Blatter e Blatter vai ganhar e eu vou seguir isso. Concordo em algum momento tem que haver mudança, mas vamos Blatter terminar o seu mandato e veja o que ele faz. Não é tudo sobre os principais países europeus de futebol."Se você apontar três dedos em alguém, não é sempre que você apontar para si mesmo. Amanhã vamos votar em Blatter. Como sabemos que qualquer outra pessoa seria melhor?"Autoridades federais norte-americanas apresentaram um indiciamento de 47 pontos contra os funcionários atuais e passados ​​da FIFA, que inclui reivindicações África do Sul venceu a licitação para a Copa do Mundo de 2010 depois de milhões de dólares trocados mãos."Deixe-América nos mostrar a prova", disse Lopes. "Que a investigação traga o resultado. As pessoas dizem Blatter deve ter sabido sobre isso, mas eu sei segredos de outras pessoas?"



Enquanto a corte festeja, o mundo pula e avança

Firmino Marques, vice-presidente da Câmara Municipal de Braga e António Barroso, do Gabinete de Apoio à Presidência, marcaram presença, a convite do governo da República Democrática de Timor-Leste, nas iniciativas de cooperação internacional, no âmbito da “Conferência Internacional sobre Descentralização Administrativa e Poder Local”, que se realizou em Díli, entre os dias 16 e 21 de maio.


Na iniciativa estiveram incluídas conferências, contactos e reuniões com diversos responsáveis timorenses, assim como, a celebração do aniversário da independência do país, assinalado a 20 de maio. Foram, ainda, realizadas visitas de trabalho ao município de Manatuto, terra natal de Xanana Gusmão, com quem Braga estabeleceu um protocolo de cooperação, em novembro de 2014.

Desta forma, foi dada a possibilidade de dar uma nova dinâmica ao protocolo estabelecido com vista ao apoio a prestar na instauração de municípios no território timorense, através do conhecimento ‘in loco’ da realidade de Timor Leste quer a nível governamental, quer territorial. O distrito de Maputo foi preferencialmente focado, uma vez que será o local onde irá ser desenvolvido um trabalho mais próximo em articulação com os outros municípios portugueses de Torres Novas e de Figueira Castelo Rodrigo que também se mostram empenhados neste projecto de cooperação com Manatuto.

Firmino Marques realça que esta visita “ao outro lado do mundo, onde também se fala português, permitiu-nos ter uma melhor percepção das necessidades que esta jovem nação apresenta. São necessidades que queremos converter em oportunidades para as empresas e instituições da Região, com destaque para as Universidades do Minho e Católica”.

Sublinhou, ainda, que “além de portadores de uma mensagem de amizade e esperança, queremos também ser parceiros activos na reconstrução deste País que muito preza a língua portuguesa, mas que, fruto das vicissitudes das várias invasões e conflitos civis, apresenta ainda um estado muito precário de desenvolvimento“.

No final dos encontros com membros do governo timorense, nomeadamente com o primeiro-ministro Rui Maria de Araújo, responsáveis políticos, comunidade religiosa e sociedade civil de Manatuto, em paralelo com incursões ao território deste distrito timorense. “Estamos perante um país que dá agora de forma autónoma os primeiros passos na sua descentralização administrativa percebendo-se que é urgente intervir no território de uma forma mais próxima das populações, atendendo não só às grandes distâncias que a ausência de infraestruturas básicas acarreta, mas também para se promover com mais acuidade e celeridade soluções para os problemas das pessoas”, explicou o autarca bracarense, sublinhando a necessidade de Timor “em trabalhar a área da formação, em geral e a da Administração Pública de forma particular, sendo de relevar a promoção da língua portuguesa que importa reforçar e consolidar nesta região do sudeste asiático”.

Nesse contexto, o município de Braga pretende estabelecer um programa de acções de apoio à formação dos municípios e agentes da administração local timorense, em conjunto com os outros municípios portugueses também envolvidos neste projecto, no sentido de se encontrarem sinergias e poupanças. Noutra vertente o município bracarense vai articular com a embaixada portuguesa em Timor Leste, através do embaixador Manuel de Jesus, os melhores procedimentos para a exploração das oportunidades que Timor Leste apresenta.

Na ação de cooperação internacional decorrida em Díli, participaram 15 Autarquias portuguesas entre as quais Braga, Lisboa, Porto e Funchal, o Secretário de Estado da Administração Local português, António Leitão Amaro, o embaixador português, Manuel de Jesus e o representante do governo australiano e indonésio e a Mayor de Darwin, na Austrália, Katrina Lim.
 
 
 
 

Programa audiovisual para aumentar conhecimento mútuo entre Estados CPLP

O coordenador da unidade técnica de execução do programa, Mario Borgneth, indicou que serão lançados ainda este ano concursos nacionais em todos os Estados membros da CPLP para a selecção de projectos nas áreas de documentário e ficção, que serão produzidos em 2016 e ficarão em 2017 disponíveis para exibição em todas as televisões públicas desses países.


Anunciado após uma oficina de planeamento executivo que terminou hoje, este Programa CPLP Audiovisual contará com um orçamento de cerca de três milhões de euros e terá coordenação executiva da CPLP, do Instituto do Cinema de Portugal (ICA) e da Secretaria dos Audiovisuais (SAV) do Ministério da Cultura do Brasil.

"Este é um programa que integra políticas públicas de fomento à actividade audiovisual nos nove Estados membros da CPLP no campo dos documentários e dos telefilmes de ficção", explicou Mario Borgneth.

"Ele pressupõe a realização de concursos nacionais que vão seleccionar projetos a serem produzidos nesses dois géneros em cada um dos países membros, e tudo isso é coordenado pela rede CPLP audiovisual, que é uma instância que o projeto criou, que é formada pelas televisões públicas e pelas autoridades audiovisuais de todos os Estados membros", prosseguiu.

Os objectivos deste programa são, segundo o responsável, "promover, de forma sistemática, um maior intercâmbio entre os segmentos de mercado audiovisuais desses nove Estados membros e, por outro lado, também tendo em vista uma maior sistematização, promover a produção audiovisual nos países de língua portuguesa no mundo para o mercado internacional, porque todo este projecto surge sob o conceito de economia da cultura".

O coordenador do programa precisou que "os concursos nacionais serão lançados em todos os Estados membros na primeira semana de agosto, depois do lançamento mundial deste programa, na última semana de julho, em Díli, em Timor-Leste".

As inscrições estarão abertas até final de outubro, e em novembro e dezembro, as comissões de selecção vão escolher e contratar os projectos que serão produzidos em 2016, acrescentou.

"Todo o processo de produção será realizado em 2016, e esses conteúdos vão estar disponíveis para toda a cadeia de televisões públicas dos Estados membros e para o mercado internacional a partir de 2017", concluiu.

O Programa CPLP Audiovisual reflecte os objectivos consagrados no Plano Estratégico e no Plano de Acção para Cooperação Multilateral na Cultura, aprovado em 2014 pelos ministros da Cultura da CPLP em Maputo, Moçambique, refere a organização em comunicado.